Jogo dos 1000 Erros
Postado em Cagando de Bruços, personagens que amamos com as tags geisy arruda, Lady Gaga, Pam, paparazzi em 05/02/2010 por agatashirXEROXOREX
Postado em 80's, Antigas e Soltas, Aposta 2010, Art, Balzac, Música, personagens que amamos com as tags 83, max and the make ups, punk, wave, xerox em 03/02/2010 por agatashir
punk/wave = YO
a-corrente
Postado em Art, Devaneio com as tags a corrente, bianca bottino, bondage, poesia maldita, só em 02/02/2010 por Decotea poesia maldita contempla
o que se encontra
entre a pele e a agulha
do que além se pressente?
idéias
de dores no peito madrugadas a fio
e mesmo as tuas
lágrimas
cabem nessa folha
nostalgia impressa do que se foi e então será
pois,
parece que agora enfim
consegui te encontrar
devagar,
a-corda,
que em alguns minutos
o dia vai acabar sem você
difícil é o trabalho de
só
esperar
a noite chegar
…
Bianca Bottino (31/01/2009)
FORA ELIESER
Postado em Cagando de Bruços, bbb10, pau mole com as tags bbb, bbb10, elieser, fora elieser em 01/02/2010 por agatashirMais que Tessália, Elieser me irrita.
Tá rolando um superbarraco no Puxadinho agora.
Briga por causa da posse da cozinha… Alex não deixa ninguém fazer comida, Maroca se encheu o saco… Elieser foi defender o Alex desnecessariamente (“Ele se esforça todo dia aqui, mais respeito”), Maroca se descontrola e os dois gritam, Elenita briga Elieser por ele ter agredido verbalmente Maroca. Elenita e Maroca racham com o puxadinho e vão buscar apoio nos coloridos e nos sarados.
Elieser é tão idiota… não tem argumentos, fica se fazendo de vítima pra tudo, se intitula “molecão”, é tosco demais dançando, sofre da sindrome do pequeno penis, se acha inteligente e solta frases como: “Ai você já tá querendo me conjugar, e o público vai te conjugar por isso”.
Pra mim chega!
Don´t Came Knocking – Wenders (2005)
Postado em Antigas e Soltas, Art, Beleza, Devaneio, Flacidez, Frustração, Lixo, Luxo, Morte, Mundo Melhor, Música, Origens, personagens que amamos com as tags 2005, amor, cowboy, decepção, estrela solitária, filme, paternidade, tempo, vazio, vida, wenders em 28/01/2010 por agatashir
O filme não é novidade mas está longe de se desatualizar. É sobre o tempo e o peso das escolhas que nós fazemos todos os dias. Há uma cena que vale por todo filme, um take longo e interminável em que você sente quando o personagem realiza que seu mundo desmoronou e já faz tempo, só ele não tinha notado.
Atemporal, belo, sensível, genial: Wenders.
Uma Chance Honesta
Postado em ., Clichê, Devaneio com as tags expectativa, feminino, ternurinha, tristeza em 28/01/2010 por Decote
existem coisas que partem o coração aos poucos. como se, no tempo que se tem para se ajustar a uma futura realidade cruel-demais-para-ser-suportada, já se estivesse começando a ceder. já que ceder, certas vezes, é inevitável e também eu acabarei cedendo.
quando tu não mais estiver ao alcande das minhas mãos, deverei ceder. à insensata sensação de vazio que a companhia de todas as outras pessoas me infligir. e quão errado pode ser? quão insano assistir à passagem dos dias sem alívio da agonia de ti, não-perto.
eu devo ceder diante da presenção da beleza ensurdecedora de um mundo novo, ansiando por dividir a sensação maravilhada com parte tão importante de mim mesma.
eu jamais conseguirei restituir com palavras, mais tarde, o que vivi. e só me consolará a possibilidade de voltar a tais lugares, mãos dadas, sentindo tua mão apertar a minha mais forte conforme tu te deparas com aquilo que já é parte de mim. e poder te olhar e dizer, através de olhos excitados “agora tu me entendes!”
ceder em presença do sol de cada manhã e da lembrança da distância, distância incansável e invencível, te mantendo, mais um dia, longe do meu olhar.
então sim, aos poucos, meu coração se parte e sangra. daí lá vou eu, juntar pedaços, consertar rachaduras, tapar buracos. descrente de meu sucesso, tentando administrar o medo dos meus dias privados do teu perfume.
eu junto esses pedacinhos do meu coração tolo, risível, dizendo sempre, pra mim mesma, que eu não devia me entregar antes da hora, sofrer por antecedência. que eu devia mantê-lo inteiro, me manter inteira e sorrir pra ti e eu sorrio. sorrir como se eu não estivesse nesse intenso estado de pânico a respeito de minhas próprias decisões. sorrir como se estivesse prestes a realizar meus sonhos dourados, e eu estou, de verdade. sorrir como quem diz “esse é o plano e vai dar tudo certo”. ainda que aterrorizada pela remota possibilidade de alguém. alguém doce e suave, que segure tuas mãos na ausência das minhas.
que posso fazer para tornar tudo mais fácil para ti? e que posso fazer para tornar as coisas mais fáceis para mim mesma? nada. eu não posso tornar nada mais fácil.
mas posso te prometer felicidade? é, provavelmente, só o que posso fazer. vai ser difícil, mas seremos felizes. teremos uma chance honesta, uma chance sem intervenções de datas e espaços, sim, teremos. e uma chance honesta, com amor sincero… é mais do que muitos encontram na totalidade de suas vidas tão ordinárias.
então obrigada. por me fazer ceder. e por, mais do que toda a beleza ensurdecedora do mundo, tornar minha vida extraordinária.
Débora Cunha (12.01.10)
Mayday, mayday: MY DAY
Postado em Luxo em 27/01/2010 por agatashir
“…Aí, só mesmo de doido que sou, quando estávamos saido de um apertão daqueles, eu disse a ela que estava apaixonado e tudo. Claro que era mentira, mas o caso é que eu estava sendo sincero na hora que falei. Sou louco mesmo. Juro que sou.”
cheers to me!
On The Street – 1980-1990
Postado em 80's, Amy Arbus, Antigas e Soltas, Mundo Melhor com as tags 80´s, fashion, fo, Madonna, photos, sonho de consumo, tendencia em 13/01/2010 por GardêniaNa época os estilistas japoneses como Rey Kawakubo e Yohji Yamamoto influenciavam a moda. Ombro estruturado e o closet masculinizado que era febre entre as mulheres e o exagero era tendência em NY e de lá refletiu no mundo couture.
E um preview do documentário:
O Pasquim – agosto/69
Postado em Antigas e Soltas com as tags 60´s, Chico Buarque, expectativa, fim, pareagora em 22/12/2009 por GardêniaBem-vindos os vinte maços do meu cigarro enviados por João Manuel Fernandes, de São Paulo. Menos bem-vinda a notícia que os acompanha: a minha marca preferida está acabando. Parou no Rio, parou em Minas. Seu último reduto é a valente capital bandeirante que não pode parar. Aí fico meditando sobre a ingratidão humana. Porque, quando a gente adota um cigarro, presume estar fazendo uma opção para o resto da vida. Assim fiz eu aos 15 anos, com precoce determinação. Vieram os cigarros com filtro, não me alterei. Não me arrebataram os cigarros longos king size, marca de nobreza e distinção. Resisti até ao anúncio da moça loira, aquela da boca grande, disposta a qualquer aventura com o homem que fumasse mentolados. Veio o cigarro americano, a propaganda do câncer, veio o aumento, a tosse, e cá estou eu inexpugnável, dez anos de fidelidade, cinqüenta cigarros por dia. Façam as contas, senhores fabricantes, pensem no caso e tenham piedade de mim.
Chico Buarque
Sem mim
Postado em Antigas e Soltas com as tags feminino, Minha Vida Sem Mim, movie, ternurinha em 18/11/2009 por Gardênia
Esta é você.
De olhos fechados, na chuva.
Nunca pensou que fosse fazer algo assim.
Você nunca se viu como…
não sei como descreveria…
como uma dessas pessoas…
que gostam de olhar para lua ou que passam horas contemplando as ondas ou o pôr-do-sol.
Deve saber de que tipo de pessoas estou falando.
Talvez não saiba.
Seja como for, você gosta de ficar assim lutando contra o frio e sentindo a água penetrando por sua camisa e tocando sua pele.
E da sensação do chão ficando fofo debaixo dos seus pés.
E do cheiro.
E do som da chuva batendo nas folhas.
De todas as coisas que estão nos livros que você não leu.
Essa é você.
Quem teria imaginado…
Você.







